Confecção libanesa reduz estoque de segurança
A marca libanesa de ternos e varejista Pellini investiu em um sistema de identificação por radiofrequência (RFID) para gerenciar o inventário de suas lojas em todo o Oriente Médio e Europa. A solução RFID EPC UHF, conhecida como Smart RFID, foi fornecida startup Smart Technology Group e instalada com o sistema de gestão da Pellini pela B.I.T. Security Solutions.
O sistema da empresa é composto por leitores RFID portáteis, ligados a tablets rodando o software para gerenciar os dados capturados nesses dispositivos, além de impressoras Zebra Technologies ZD 500R para codificar as etiquetas Smartrac. O Smart Technology Group desenvolveu o software RFID para integração com o banco de dados da Pellini. O sistema foi inaugurado em outubro de 2015, em 10 das 12 lojas da empresa, tanto no Líbano como na Bélgica.
Desde 1975, a Pellini vende ternos para homens, predominantemente para casamentos, em lojas do Líbano. Recentemente, a empresa decidiu expandir-se, graças à popularidade dos ternos fora do Líbano, e abriu novas lojas na Bélgica, explica Dany Boutros, proprietário da marca Pellini. Atualmente existem sete lojas libanesas e cinco na Bélgica, com todos os produtos manufaturados no Líbano.
O Smart Technology Group, com escritórios em Cracóvia, Polônia, e Zug, na Suíça, foi fundado neste ano para desenvolver e produzir soluções que utilizam RFID, Bluetooth Low Energy (BLE), Wi-Fi, ZigBee e tecnologias GPRS, de acordo com Karolina Kozlowska, presidente e CEO da empresa. A companhia faz leitores RFID UHF com funcionalidades como beacons, GPRS e Wi-Fi. Fornece a sua tecnologia para aplicações como controle de acesso, gestão de estacionamento, controle de estoque, esportes, turismo, aeroportos e artigo de vigilância eletrônica (EAS).
A Pellini começou a trabalhar com o Smart Technology Group no início deste ano, quando estava expandindo suas lojas para além do Líbano. Ao abrir na Europa, a empresa pretende aumentar o volume de produtos e pedidos, e procurou garantir que poderia saber onde seu inventário estava a cada momento, e se estaria disponível para as lojas.
"Nós tomamos a decisão estratégica de expandir em mercados subseqüentes", diz Boutros. "No entanto, a fim de assegurar que tudo iria correr como planejado, tivemos que aperfeiçoar os processos da cadeia de suprimento, reduzir perdas, aumentar a eficiência da utilização dos recursos e implementar um programa omnichannel".
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