Complexo hospitalar rastreia equipamentos
24 de novembro de 2015 - A Medical University of South Carolina (MUSC), nos Estados Unidos (EUA), é composta por quatro edifícios hospitalares, distribuídos por cinco quarteirões. O Centro de Distribuição de Equipamentos (EDC) composto por seis funcionários serve todos os quatro edifícios. O EDC oferece milhares de dispositivos móveis, como bombas de infusão, aparelhos de aquecimento e refrigeração, monitores de pulso e scanners para várias unidades hospitalares, 24 horas por dia. Até dois anos atrás, o seu método para rastrear todo esse equipamento era inteiramente baseado em papel.
"Nós estávamos tendo problemas", diz Dan Altman, gerente de planejamento de capital e alocação da MUSC. "Alguns departamentos identificavam uma necessidade de um paciente e um dos seis membros da equipe ficava responsável pela entrega do equipamento à área de atendimento ao paciente. Em um determinado momento, com muitos dispositivos, três quartos do inventário estava em uso ou a caminho ou em uma sala de serviço à espera de ser apanhado para a limpeza e reprocessamento".
Com equipamentos distribuídos por tantos lugares diferentes, membros da equipe EDC não tinha nenhum sistema confiável para saber onde o equipamento sujo poderia estar. Tinham de ir de um quarto para outro, à procura do equipamento a ser retirado. "Estávamos tendo de aumentar o nosso estoque de equipamentos, o que nos obrigou a investir pesado na compra de estoque adicional para atender as necessidades".
Em particular, a MUSC enfrentou uma escassez de scanners de bexiga, dispositivos essenciais para determinar se e quando inserir um cateter na uretra de um paciente e quando é seguro removê-lo. Embora muitas vezes um, mesmo procedimento salva-vidas, pode causar uma infecção urinária associada ao cateter.
Como parte de um esforço nacional para reduzir a incidência de infecção hospitalar, o governo e as companhias de seguros federais dos Estados Unidos estavam colocando pressão sobre os hospitais. "As companhias de seguros diziam que, se você tem um paciente com uma infecção urinária que não fazia parte de seu diagnóstico original, nós não vamos pagar por quaisquer dias de internação", diz Altman. A reação imediata, acrescenta ele, foi que cada uma das 100 unidades de internação da MUSC solicitasse seu próprio scanner de bexiga, ao custo individual de US$ 12.500 cada, ou seja, um investimento de cerca de US$ 1,25 milhão no total, que a MUSC não podia pagar.
Em 2013, a MUSC implantou uma solução de RFID da Mainspring Healthcare Solutions para controlar e manter 6.000 peças vitais de equipamentos, incluindo scanners de bexiga. O sistema assegura que os dispositivos estejam disponíveis, limpos e fáceis de localizar sempre que os enfermeiros ou médicos precisarem deles.
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