11/05/2016 | Fonte: It Forum 365.

Business analytics deve gerar valor para negócios e para isso TI tem de mudar

imagem notícia

Business analytics tem de gerar valor para os negócios e é justamente essa a nova bandeira da tecnologia, que em razão de sua nova roupagem impacta no papel da TI. “Nesse novo cenário, TI deve empoderar os usuários na ponta, com o objetivo de entregar mais valor ao negócio de maneira mais rápida”, avalia João Tapadinhas, diretor de Pesquisas em Business Analytics & Data Science do Gartner.

Segundo o executivo, com negócios assumindo as rédeas tecnológicas e compartilhando responsabilidades com TI, usuários querem mais capacidade e flexibilidade para acessar e trabalhar dados. Por isso, prossegue, é preciso promover mais autonomia para os usuários concedendo a eles maior capacidade de criação das informações. “O antigo formato de análises baseadas em relatórios já não é mais suficiente”, reconhece.

Isso não significa, no entanto, que a TI deve passar de um modelo centralizado para independente. “Estamos falando de autonomia, que tem regras e processos. Se antes TI controlava toda a cadeia de coleta e análise de dados, agora assume a função de facilitar da informação, ajudando os negócios a construir suas análises.”

Ele relata que a vantagem mais evidente desse tipo de abordagem é promover agilidade. Se uma análise consumia dois meses para ser gerada, o empoderamento do usuário promove dezenas de análises no mesmo período de tempo.

Naturalmente, prossegue, relatórios e dashboard vão continuar sendo importantes, em casos de uso que realmente se encaixam nesse perfil. O diferencial agora é que organizações que estavam presas em relatórios ganham agora capacidades analíticas para uso mais avançados.

Para o diretor, a área de tecnologia da informação já está percebendo a transformação que em curso e vai ajudar os usuários de negócios a fazer essa transição. “Bancos no Brasil já tomaram esse caminho”, exemplifica, acrescentando que todos eles contam com times focados em análises.

Donald Feinberg, vice-presidente e Analista Emérito do Gartner, lembra, citando dados do Gartner, que, na América Latina, investimento em BI está em segundo lugar na lista de prioridades. No mundo todo é número um.

Feinberg ressalta que o tema é parte da tão falada transformação digital, que no Brasil, diz, ainda está em estágio inicial. De acordo com ele, falta dinheiro em solo nacional para que empresas invistam pesadamente na transformação, que promete uma verdadeira revolução dos negócios e aumento da rentabilidade. “A transformação deve acontecer também para primeiramente definir qual o papel da TI. No Brasil, a TI ainda é governada pela própria TI. Deve haver a descentralização”, pontua.

Se empresas querem ser competitivas, elas têm de encontrar uma forma, ressalta Ian Bertram, MVP Data Management do Gartner. E, segundo ele, negócios digitais geram novas oportunidades em diferentes momentos.

Últimas Notícias

Justiça social passa pela democratização de acesso à tecnologia, diz executiva em TI

Tecnologia da Informação é uma das áreas que mais crescem no país

Em 2018, setor apresentou variação positiva no número de novos postos de tr...

Qualquer companhia desenhada para ter sucesso no século XX está destinada a fracassar no século XXI

O melhor da tecnologia é gerar transformação social

A tecnologia tem facilitado a geração de mais e mais projetos que atuam dir...

7 passos para elevar a maturidade de TI da sua empresa

Fazer isso é importante para verificar como se pode automatizar os processo...

Tecnologia e computação ajudam na coleta de informações debaixo d’água

Redes de sensores sem fio aquáticas ficam no fundo de rios, lagos e oceanos...

ONGs pedem que empresas não vendam tecnologia de reconhecimento facial ao governo

Com novas tecnologias, produtor já pode controlar virtualmente do plantio da safra a engorda do gado

zaite
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

HGCode - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela HGCode.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a HGCode não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a HGCode implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar