17/01/2013 | NERMIN BAJRIC - ARN/EUA

6 dicas para reforçar a segurança corporativa na era do Big Data

De acordo com a RSA, alinhar Big Data com práticas de segurança levará a uma melhor visibilidade de ambientes de TI.

A RSA, divisão de segurança da EMC, fabricante de sistemas de armazenamento e gerenciamento de informação, lançou um documento batizado Security Brief, que afirma que Big Data vai impulsionar uma grande mudança em toda a indústria de segurança e alimentará modelos orientados de inteligência de proteção.

De acordo com a empresa, Big Data vai mudar controles tradicionais de segurança, como anti-malware, prevenção de perda de dados e firewalls. Para lidar com esse novo cenário, a empresa recomenda seis iniciativas para auxiliar as organizações no planejamento da transformação de segurança em Big Data.

1. Organizações devem definir uma abordagem holística de segurança cibernética que alinha todos os recursos em um programa personalizado para riscos específicos, ameaças e exigências.

2. Big Data Analytics requer a coleta de informações de diversas fontes em vários formatos. Por isso, é necessário contar com uma arquitetura única de dados compartilhada para obter informações de segurança. Esse quadro permite que a informação seja capturada, indexada, analisada e partilhada.

3. Uma abordagem prospectiva deve ser colocar em prática o investimento em um produto específico. Cada estrutura de dados deve ser integrada a um quadro de análise unificado.

4. Investimentos contínuos em produtos de segurança devem favorecer tecnologias usando análises ágeis e não ferramentas estáticas com base em assinatura, por exemplo. É recomendado observar ferramentas abertas e escaláveis.

5. Produtos emergentes estarão preparados para Big Data, mas as equipes de segurança podem não estar. Sendo assim, as organizações devem reforçar as competências de Security Operations Center (SOC) dos cientistas de dados.

6. As organizações precisam aumentar iniciativas internas de análise da segurança com ajuda dos serviços de inteligência externa de ameaças, e avaliar dados sobre ameaças, bem como fontes confiáveis e relevantes.

Segundo os autores do Security Brief, alinhar Big Data com práticas de segurança levará a uma melhor visibilidade de ambientes de TI, além de reforçar capacidades de distinguir atividades suspeitas, e garantir a confiança dos sistemas.

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